Deep Web

    A internet da forma que a maioria de nós conhecemos e que te trouxe até esse blog está em apenas uma das camadas existentes, e corresponde a 4% de todo o conteúdo disponível. A maioria do conteúdo, cerca de 90%, está em uma camada chamada Deep Web (Internet Profunda, em tradução livre). Na Deep Web são encontrados sites não indexados, ou seja, que não podem ser encontrados por mecanismos de busca comuns como: Google, Bing e Yahoo.

    O que poucas pessoas sabem é que ela foi criada pela Marinha dos Estados Unidos com o projeto TOR (The Onion Routing - o roteamento cebola), sendo uma analogia as diversas camadas da cebola. Foi criada como meio de comunicação secreto para proteger o serviço de inteligência norte-americana. Em 2006, foi liberada uma versão para uso não-governamental para que as pessoas pudessem usar a internet com privacidade e segurança. Isso quer dizer que transações bancárias, e-mails pessoais, bancos de dados e informações sigilosas estão nessa camada, afinal, que privacidade teríamos se todos esses dados estivessem disponíveis na camada indexada e fossem acessíveis por todos?

    Garantir anonimato tem suas vantagens e desvantagens, para os bem-intencionadas existem diversos fóruns e bibliotecas na Deep Web que tem discussões e artigos importantes sobre ciência, política e outros assuntos. São usados também em países cujo governo censura o conteúdo utilizado na internet comum. Mas existem os mal-intencionados que compartilham pornografia, terrorismo, venda de drogas, armas e uma série de outros crimes virtuais. Sendo esses o motivo de preocupação das maiores agencias de segurança do mundo.


    E uma das maiores preocupações são os hackers, além de conseguir acesso a conteúdos privados e divulgá-los ou vende-los, ele espalham vírus pela Deep Web em forma de arquivos para download que podem instalar malwares nos dispositivos utilizados.

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